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sexta-feira, agosto 08, 2008

dor no Coccix-Coccidinia-coccixalgia.


Não tão frequente a coccidinia ou dor na região do coccix, acomete pessoas das mais variadas idades, geralmente os paciente relatam dores ao ficar um determinado tempo sentado, as veses uma necessidade de defecação, podendo haver história de queda sentado ou não.

Fig 1




PATOGÊNESE

Na figura 1, acima pode-se observar os ligamentos sacrotuberal e sacroespinhal, estes ligamentos funcionam como freios estabilizadores passivos da região coccígea e funcionam como verdadeiras rédeas de cavalo. Estes ligamento funcionam obsorvendo os choques e sobrecarga axial conforme pode-se verificar na figura 2.

fig 2











os ligamentos são aos pares de cada lado do coccix, desta forma a melhora absorção ocorre com o apoio bipodal, ou seja, os dois pés apoiados. No entanto em práticas esportivas, corridas, saltitar, cair sobre uma perna só, pode provocar torção sacral e aumento da tensão ligamentar, sobretudo do ligamento sacrotuberal, onde muitos se referem a coccidinia com " síndrome do ligamento sacrotuberal". Na fig. 3, podemos verificar uma perve torcida.







fig. 3





traumas corriqueiros com um tropeção, até mesmo uma discrepância no tamanho dos membros poderá causar um desequilíbrio biomecânico , colocando desta forma uma sobrecarga no anel pélvico, podendo causar dor no ligamento sacrotuberal , coccixe até mesmo surgir pontos gatilhos no glúteo devido ao desequilíbrio articular e também sobrecarga na raizes nervosas lombosacral.

MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

os sintomas podem ser definidos como primários:
- dor no ligamento sacrotuberal afetado e articulação sacroilíaca do lado afetado.
sintomas secundários:
-distúrbios mecânicos distribuidos pelo cíngulo dos membros inferiores e seus apoios da coluna vertebral.
sintomas teciários:
-Dor referida e má função dos órgãos inervados pelos 2º ao 4º nervos sacral.
A dor localiza-se maior em um dos lados , bem como na coluna lombar , agrava-se ao sentar , ao descer escadas, a dor pode persistir por meses ou anos, dor de característica crônica com período de diferentes intensidades .
A Literatura traz outras queixas tais como cefaléia, e dor na nuca, isto é causado pelo distúrbio cranio-sacral, que possuem íntima relação com a duramater.

TRATAMENTO

Criamos um protocolo para o tratamento do distúrbio em questão que une os recurso clássicos como eletrotermoterapia local e reajuste pela terapia manual e quiropraxia.

1º -Termoterapia através de Micro-ondas na região do coccix.
2º - Reajustes do desequilíbrios articulares, coccix por via retal em casos mais severos, sacro-ilíacos, quadril, coluna lombar, emfim aonde encontrar-mos desarranjos somáticos.
3º - Liberação dos ligamentos sacrotuberal e sacroespinhal, estes são liberados indiretamente por fora ou por via retal, dependendo do caso.
4º - Liberação de pontos gatilhos se houver, como por exemplo sinais de dor lombo-glútea
5º - Eletroterapia e crioterapia poderão serem empregados se forem quadros muitos agudos.


* Poucos paciente necessitaram de liberação via retal, no entanto pode ser necessários devido a cronificação do problema, alguns caso não houve necessidade de manipular o coccix, pois liberando o ligamento o coccix tende a normalizar-se.

quer saber mais clique aqui: COCCIXALGIA

AQUI NO VIDEO UMA AULA SOBRE COCCIXALGIA











fonte:Moderna terapia manual-gregory grieve
maitland- manipulação vertebral.
apostila de quiropraxia-curso
apostila de terapia manual
experiência clínica do dia a dia.

terça-feira, junho 20, 2006

Mini review - DOR LOMBO-GLÚTEA .1ª parte












(figuras mostra pontos gatilhos de glúteos)

A dor glútea é uma afecção dolorosa muito comum em nossa prática clínica fisioterapêutica , agrega uma enorme de possibilidade diagnóstica, porém observamos em nosso dia a dia, que a maior prevalência se dá pela - SDM- " Sindrome dolorosa Miofacial", segundo SMYTHE, refere que 17% dos adultos com dores músculos esqueléticas que não apresentam sinais articulares degenerativos ou inflamatório(dor, calor , Rubor e impotência funcional)devem ser classificados como SDM, segundo TRAVELL, no diagnóstico os músculos são relegados a 2º plano e que há muito valorização das afecções de ossos, bursas, tendões e nervos, porém devemos lembrar que os músculos representam cerca de 40% do peso corpóreo, distribuidos em aproximadamente 696 músculos. Existem vários testes para detectar a dor glútea e é claro os exames radiológicos na maioria dos casos, apenas serve para descartar possibilidades de doenças degenerativas, tumorais e fraturas. Na maioria das vezes o diagnóstico é complexo e deve ser bem investigado, pois com relação aos procedimentos de tratamento fisioterapêuticos, devemos realizar um bom diagnóstico fisioterapêutico, pois o tratamento poderá fracassar se não for corretamento diagnósticado, lembrando também que pontos gatilhos dos músculos do glúteo, podem irradiar padrões de dores também a distância podendo referir dor para coluna lombar , região sacral, coccix e membros inferiores. A dor glútea de origem Miofacial é resistente ao tratamento só clínico e modalidades fisioterápêuticas como diatermia por ondas curtas, micro ondas , melhoram um pouco mais deixam a desejar.TRATAMENTO para este problemas encontramos nas modalidades de Calor superficial com Hidrocolactor(compressa quente ùmida) massagem miofacial, liberação dos pontos gatilhos e só após a liberação dos pontos gatilhos o alongamento leve dos músculos envolvidos de forma passiva e finalizando com alguma modalidade de eletroterapia analgésica, que não deve ser muito intensa, segundo SALGADO A, frequência de 10 HZ são exelentes para relaxamento e oxigenação muscular, mas temos utilizado variadas frequência sem grandes diferênças. Outras manobras que podem ser ralizadas é a liberação da charneira ( T12/L1) e região lombar, esta região quando está "fixa", poderá provocar estímulos nocivos como pertubação mecânica nas ramificações nervosas a nível vertebral, ocasionado segundo LEMBECK & HOLZER 1979, inflamação neurogênica, isto provocará impulsos transmitidos pelas fibras C (fibras nervosas), até os tecidos por ele inervado, lembrando que nesta região emergem ramos nervosos, que dirigen-se à costelas inferior , glúteos, púbes, lombar e outras regiões.

* as figuras acima em questão são exemplos de dor glútea e padrão de dor irradiado da SDM, com os pontos gatilhos.
* Bem pessoal, obrigado pela leitura, numa próxima postagem irei falar sobre exercícios de alongamento para coluna cervical, fazê-los ou não fazê-los, é benéfico?até lá. Se tiverem alguma curiosidade sobre assuntos similares é só comentar ou passar E-mail ricsena@visaonet.com.br .
outras formas de dor glútea clique no link fisioterapiasalgado.
A figura abaixo mostra as ramificações de nervos da coluna lombar para região inferiores.
por isso desarranjo lombar deve ser liberado por manobra osteopática.




sábado, julho 31, 2010

Dor no Coccyx-Coccyxalgia


By Marc Heller, DC, Adpatado e traduzido por Ricardo Sena e Goggle tradutor.

É um tema muito interessante este que vou descrever, a Coccyxalgia é um acomentimento não tão frequente, muito devido a falta de informação das pessoas que por muitas vezes passam meses e anos sofrendo deste mal, que por muitas vezes pode ser resolvido com poucos procedimentos de ajuste, resolvi escrever um pouco mais sobre o assunto, pois as dúvidas dos leitores deste blog bateram todos os recordes de questionamento. O coccyx é a estrutura final do eixo da coluna vertebral, normalmente poderá ocorrer dor nesta região comumente após quedas na posição sentada, "queda sobre as nádegas", isto poderá provocar deslocamento anterior ou mesmo laterais do coccyx, causando desconforto doloroso,pirnciplamente porque afeta a tensão dos ligamento sacrococcígeo, como o ligamento sacro-tuberal fig .1 ;e sacro-espinhal, fig. 2 ; e também irão causar aumento da tensão da duramater, portanto segundo aulguns autores Marc Heller, DC, em seu artigo THE COCCYX, muitas dores na região lombar, como por hernia de disco teria segundo o autor uma melhora substancial dos sintomas discais devido a diminuição da tensão da dura mater, se obviamente a lombalgia e ou ciática estiver também relacionada com o coccyx. "Liberar o cóccix pode fazer uma profunda diferença na tensão da dura-máter, afetando dor discogênica ou outros padrões de tensão crônica espinhal".

fig. 1 fig.2















Como podemos avaliar o cóccix?
. Precisamos chegar à ponta do cóccix. O melhor método que eu sei é que o paciente sentado, com o Fisioterapêuta se posicionando por trás e para o lado. O paciente deve estar com vestimenta adequada onde previamente você ja deve ter explicado.
Procedimento:
Calçando uma luva , com o paciente sentado inclinando para a frente, com a mão sensitiva apoiadas em seus ombros .
Como ele ou ela se inclina para frente, deslize o dedo indicador ou médio pela fenda glútea até chegar à ponta anterior do cóccix, então, o paciente sente-se ereta lentamente, o que irá trazer a ponta do cóccix para baixo sobre seu dedo. Se a ponta inferior do cóccix, não entra com seu dedo , puxe gentilmente posterior e superior com o dedo para encontrar esta estrutura. Você perceberá que a maioria dos homens têm um cóccix, curto e grosso, enquanto a maioria das mulheres têm um longo cóccix que vai mais longe anterior. Às vezes, é difícil chegar à parte mais anterior do cóccix, com seu dedo. Note-se que o cóccix tem vários segmentos, mas tratá-lo como se fosse um único osso.
Existem duas formas de corrigir o Coccix, uma externamente e menos eficaz e uma internamente indiscutivelmente mais eficaz.

PROCEDIMENTO EXTERNO
Como é que vamos corrigir o cóccix? Alguns procedimentos de enfatizar a liberação a junção sacrococcígea com um ajuste posterior para a anterior, na esperança de que isso irá trazer o cóccix-se mais posterior.Segundo o Autor este procedimento é pouco eficaz, eu particularmente nunca tentei este procedimento.da mesma forma que o autor do artigo ambém prefiro puxar a ponta do cóccix mais posterior. Para fazer isso, eu tenho que chegar à frente do cóccix. Isto pode geralmente ser feito com o paciente na posição sentada, conforme descrito no método de palpação acima, ou em decúbito lateral em posição fetal, ou mesmo em decúbito ventral com um travesseiro no abdomem.O procedimento deverá ser repetido de 3 a 5 vezes.Após o procedimento é salutar retestar a avalização para perceber se houve melhora da sensibilidade local.

PROCEDIMENTO INTERNO
Como é que vamos executar a correção interna? paciente deitado e em ambos os lados ou ventral com uma almofada sob a barriga. Calçado com luva e muito lubrificante Para iniciar a entrada do reto, é preciso estar ciente de que existem dois esfíncteres anal. Peça ao paciente para contrair o ânus, e como ele ou ela faz, aplique uma leve pressão do esfíncter anal externo (EAS), em seguida, pedir ao paciente para relaxar. Repetir a contrair e relaxar várias para passar dois esfíncteres (a interna é mais suave e maior). Outra maneira de fazer isso é com o paciente deitado lado. Paciente em deúbito lateral que tem puxado as pernas para cima em uma posição fetal, em seguida, endireitando as pernas para a correção.

Segundo o Autor do artigo e comuto com a mesma opinião em que tivemos bom rsultado com esta técnica, orientamos que o paciente faça no máximo 3 ajustes, se estes forem bem executados provavelmente obterá uma melhora exepcional. Em nossa conduta também utilizamos outros proceimento fisioterapêuticos tais como o Micro ondas no local , seguido de Crioterapia e eletroestimulação com corrente interferencial.


fonte:

The Coccyx
The coccyx revised: External and internal exam Correction procedures
Livro: Moderna terapia Manual-G.Grievy.