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quinta-feira, agosto 26, 2010

Clinica da Coluna -Goioerê-PR, fotos


















quarta-feira, agosto 25, 2010

Clinica da Coluna -Goioerê-PR
















A Clinica da coluna de Goioerê, sob direção do Fisioterapêuta Dr. Ricardo Sena, traz tratamento inovador para problemas de coluna, podemos citar com Dorsalgias, cervicalgias, hérnias de disco, osteoartrose, cefaléia tensional e cervicogênica, distúrbios da ATM, Ciática, Braquialgias, fibromialgias, Sindrome dolorosa miofacial e outras.
O tratamento agrega técnicas de manipulação espinhal como a Terapia Manual , Quiropraxia, Cyriax, Mackenzie, Mesa de Drop, Mesa de Cox de flexo-Distração, Alongamentos terapêuticos e Fortalecimento muscular específicos e recursos da eletrotermoterapia.
" Teremos muita satisfação em melhor atendê-lo, sempre com muita dedicação para decifrar a sua disfunção Patológica que te aflige e o incomoda no seu dia a dia; "IN MANU VIS MEDENDI"
a cura através das mãos; a sua vontade de melhorar é o alimento do nosso entusiasmo, nosso tratamento não é baseado em achismo , mas sim em critérios que iremos estabelecer através da primeira consulta." Que ferida jamais não sarou a não ser gradativamente"- provérbio de Platão348 a.c.

sábado, agosto 14, 2010

Doença de Parkinson, Síndrome de meniere, Neuralgia Trigemial e Paralisia facial.

É sem dúvida nenhuma um tema muito intrigante, pois há algum tempo venho estudando estas doenças pois alguns pacientes recorrem aos nossos serviços de ajuste Quiropráxicos e no início era muito cético sobre o assunto, quando deparei-me com algumas experiências que fizeram-me aprofundar meus estudos .O TEXTO É UM POUCO LONGO, MAS VALE A PENA ESTUDAR UM POUCO.

CASO 1: tudo começou quando uma paciente do sexo feminino 43 anos, médica procurou-me com sinais clássicos de VPPB (vertigem posicional, paroxistica Benigna) , que não melhoravam com medicamentos, segundo a mesma que era médica após buscas infrutíferas para o seu alívio, procurando 4 colegas médicos, onde os mesmos disseram que não tinham o que fazer a não ser esperar, já tomando medicamentos como Vertix e ginkgo Biloba e outros , e os seus sintomas eram apenas amenizados. A mesma procurou estudar o próprio caso ; após contacto com artigos relacionando a vertigem relacionados a causa cervicogênicas procurou-me para uma consulta. Após analizar a sua história e fazer uma avaliação minuciosa palpatória de sua coluna cervical , notei que a mesma tinha importante rotações (posteriorizações facetárias do lado direito da coluna cervical alta C2 e C3. A postura da paciente era cifótica e havia submetido a uma cirurgia para correção de prótese de mama . Após a cirurgia a mesma experimentou fortes dores lombares que demoraram para melhorar, sobrevindo logo após a vertigem. Após analizar todos os prós e contra, deduzi que sua vertigem poderia ter correlação cervicogênica, então iniciamos o protocolo de ajustes para coluna cervical e torácica, baseava-se em massagem cervico-torácica, liberação da torácia alta , media e liberação das fixações cervicais a direita na cervical alta. Até este momento tudo bem, marcamos então uma segunda visita para o dia seguinte . Para minha esperada surpresa a Doutora apereceu-me com um sorriso estampado no rosto dizendo que havia melhorado substancialmente, indagando : -" como era possível tal façanha apenas com as mãos". Após 3 ajustes a paciente estava completamente assintomática.

CASO 2. Paciente do sexo masculino 45 anos, agricultor procurou-me para tratamento de uma lesão traumática de mão com fratura do 5º dedos da mão esquerda, caso complicado pois, o paciente realizou cirurgia para correção da fratura que culminou em infecção da mão com posterior crise de dor incontrolável e uma importante fibrose articular , sendo necessários sedação profunda para controle da dor. A reabilitação flui muito bem, com melhora progressiva do quadro. Durante o tratamento o paciente relatou-me que após o procedimento cirúrgico e depois de algum tempo começou a ter vertigem, dizendo que tudo rodava quando deitava e girava o pescoço , relata que comentou com o médico que havia realizada a cirurgia e este foi indicado a um especialista que medicou-o, com melhora muito leve. Muito incomodado com os sintomas o paciente relatou-me o caso se havia algum tratamento para amenizar os seus sintomas. Expliquei ao paciente as minhas suspeitas e propús uma avaliação para verificar o caso. notei da mesma forma que a paciente precedente uma posteriorização da cervical alta, C2 e C3, ralizei o ajuste e marcamos um novo ajuste para o dia seguinte, foi quando ao adentrar em meu consutório o paciente estava maravilhado pois seus sintomas tinham melhorado substancialmente. Realizamos então o segundo ajuste e no dia seguinte o paciente relatou completa abolição dos sintomas vertigionosos, preferimos então esperar para ver se os sintomas voltariam e os mesmos nunca mais "recidivaram".

CASO 3, paciente de 65 anos, diagnósticado pelo médico como "mal de parkinson"(paralisia agitante), apareceu-me completamente rígido, flexão do tronco , rigidez da nuca e coluna torácica, sinal do cano de chumbo e roda denteada positivo, tremor importante, micro marcha. Após avaliação sugerí a familía um mix de tratamento que incluia ajustes quiropráxicos e exercicios de reabilitação. Começamos com os ajustes quiropráxicos que foi realizado na primeira visita, na segunda visita presenciei algo inexplicável o paciente estava com uma melhor postura e estava confiante com o resultado do tratamento, entretanto neste dia seria o dia da Reabilitação neuro motora com exercícios terapêuticos. Após realizar uma série de 5 ajustes quiropráxicos e 5 fisioterapia neuro-motora, o paciente confessou-me que estava contente , e queria para rcom os exercícios e queria apenas continuar com os ajustes e alongamentos passivos, o paciente esta até hoje realizando ajustes quiropráxicos uma vez por semana e encontra-se extremamente satisfeito com o resultado.

CASO 4, Paciente procurou-me com uma paralisia facial a esquerda, relatando que fazia 15 dias que tivera a paralisia . A mesma estava tomando medicação e com paralisia ,melhorado muito pouco, relatou também que sentira uma forte dor na região da nuca e coluna cervical que antecedera a paralisia facial, que foi notada no dia seguinte. Realizamos a avaliação e também notamos posterioridade de algumas vértebras cervicais que encontravam-se doloridas.Sugerímos também um mix de tratamento, com ajuste e fisioterapia clássica, com eletroestimulação funcional e ajustes quiropráxicos. Incrivelmente que após o primeiro ajuste notei no dia seguinte uma melhora espantosa com os movimentos do lado paralizado, fiquei espantado pois como já tivera inúmeros paciente que tratara com o método convencional nunca havia visto uma melhora tão rápida, ao ponto que por volta da 6ªsessão, já não havia mais sinais de paralisia.

Nota * conforme mecionamos os casos acima e outros que presenciamos em nosso consultório vale lembra que nossos estudos vão de encontro com os achados de outros profissionais Norte americanos como podemos também ver neste artigo do autor Michael T. Burcon.
Em suma segundo os pesquisadores incialmente com B.J Palmer, filho de D.D.Palmer Criador da Quiropraxia, que estudou a fundo este assunto. B.J Palmer relatou o uso de ajuste da cervical alta com pacientes com Doença Parkinsoniana (DP) 1934. Em seus escritos, ele se referiu aos pacientes com tremores e paralisia com melhoria de sintomas após a correção , tais como tremor, agitação, dores musculares e / ou contratura, rigidez articular, fadiga, falta de coordenação, dificuldade para caminhar, ou incapacidade de andar, dormência; dor e fraqueza muscular. Seu tratamento quiropráxico era incluído paraspinal varredura térmica utilizando um neurocalometer (NCM), uma série cervical radiográfico para analisar a parte superior da coluna cervical, e um ajuste específico para a cervical superior realizado com a mão. Erin L. Elster, DC, não encontraram outras referências para a tratamento da quiropraxia de pacientes com DP.

TEORIA-MICHAEL T. BURCON

"A minha teoria de que a pressão exercida pelo atlas subluxado traz uma combinação de problemas, incluindo mas não limitado a, mudanças posturais degenerativas causadas pela realização do crânio muito anterior; O fornecimento de sangue diminuiu à parte occipital do cérebro, a pressão sobre o núcleos dos nervos cranianos V (trigêmeo) e VIII (vestibulococlear); raiz nervosa, irritação dos VIII nervo craniano, paralisia dos ramos para o M. tensor palatino, que abre as trompas de Eustáquio, ou alteração do fluido cerebrospinal normal fluxo descendente a partir do quarto ventrículo para o espaço subaracnóide espinhal, resultando em hidrocefalia. "
Segundo o autor:

"Todos os meus Parkinson, Meniere, neuralgia do trigêmeo e pacientes com paralisia de Bell têm sofrido trauma na parte superior das costas, pescoço e / ou cabeça, e todos eles apresentavam subluxações posterior do atlas com a lateralidade do lado oposto. conforme mostra a figura 1.

fig. 1










CONSIDERAÇÕES ANATÔMICAS
BURCON CHIROPRACTIC



Esta é uma representação da base do crânio e da anatomia de interesse. Esta é a visão inferior . As seguintes estruturas ou cavidades (forame - buracos) podem ser identificados. Estes forame e, portanto, as estruturas neurológicas e vasculares, que passam através deles, estão em estreita proximidade com a vértebra atlas e os músculos e ligamentos e anexado ao redor do atlas.

1. Foramen magnum - este é o orifício de saída do cérebro para a medula espinhal e entrada para o cérebro para as artérias vertebrais da coluna cervical.
2. côndilos occipitais - estas estruturas em forma de rim ou ligar para articular as facetas articulares do atlas, como mostrado na minha seção intitulada "Anatomy of a subluxação Atlas" - referência "articular superior - superfície do côndilo occipital. Para usar uma analogia, um balanço destes côndilos occipitais 'no atlas bem como pode-se colocar os pés nos estribos do cavalo. Os estribos sendo as facetas atlas e os pés ser côndilos occipitais.
3. Carótida canal - este é o lugar onde a cavidade da artéria carótida interna passa por dentro do crânio, no osso temporal pétreo. O osso temporal é o que "mecanismo de casas" ouvir a sua - as estruturas da orelha interna. A artéria carótida atravessa este osso muito perto do tubo pharyngotympanic (auditiva ou auditiva). Pode ser possível para o fluxo de sangue alterado na artéria carótida de ser detectado pelo seu mecanismo de orelha interna, e que afetam isso tem no seu cérebro. Noda Fernandez et al, em seu papel de pescoço e cérebro compressão vascular transitória causando complicações neurológicas, J Cardiovasc Surg 1996; 37 (suppl. 1 ao n. º 6): 155-66, sugere "a compressão das artérias carótidas, incluindo o no nível dos resultados cervical atlas em "irrigação deficiente fornecimento de sangue e oxigênio do gânglio basal e cerebelo do cérebro. Entre os efeitos estão: a diminuição da secreção de dopamina no nível do putâmen, que produz os sintomas da doença de Parkinson ", etc
4. Hipoglosso canal - este é o lugar onde o hipoglosso ou sai do nervo craniano XII no crânio depois de fazer o seu caminho a partir da medula (porção inferior do tronco cerebral). O hipoglosso é um nervo motor e fornece o controle motor para os músculos da língua.
5. canal Jugular - Este canal contém três principais nervos cranianos e de uma veia, sendo estes últimos;
O nervo glossofaríngeo ou cranianos IX, que é simultaneamente um motor e do nervo sensorial. É responsável por motor e sensação visceral e bom gosto. Ele inerva a língua posterior, as paredes da faringe e da orelha média. O músculo estilofaríngeo também é inervado pelo glossofaríngeo. Esta é uma conexão interessante como os músculos estilofaríngeo abrir e fechar o tubo pharyngotympanic afetando o recolhimento da cartilagem ao redor do tubo. Talvez aqui se encontra uma conexão com deficiência auditiva?
O nervo vago ou X par craniano, que é o maior nervo craniano. Vago em latim 'andarilho' e isso é porque o vago, sendo um motor e visceral do nervo sensorial tem grandes responsabilidades em todo o corpo e, portanto, "passeia" um longo caminho. Este nervo envia controle motor e recebe feedback sensorial da bile e dos ductos biliar ligado ao fígado, pâncreas, baço, estômago, intestinos, pulmões, coração e estruturas brônquicas. O vago também fornece a sensação do meato acústico externo, que é o canal do ouvido.
O nervo acessório espinhal ou cranial XI é um nervo motor, que controla o pescoço e os músculos do ombro, como o trapézio e esternocleidomastóideo, mas também se junta com o vago para inervar os músculos da laringe e faringe.
A veia jugular.
6. Stylomastoid canal - o nervo facial ou o nervo craniano VII passam por este forame em seu caminho para inervar os músculos da expressão facial. Ele também inerva o músculo estapédio do ouvido médio, que atua para diminuir a resposta dos ossículos do ouvido ruídos altos. Existem outras funções do nervo facial, que estão listados na maioria dos livros médicos associados com este assunto.
7. canal condilar.

sábado, julho 31, 2010

Dor no Coccyx-Coccyxalgia


By Marc Heller, DC, Adpatado e traduzido por Ricardo Sena e Goggle tradutor.

É um tema muito interessante este que vou descrever, a Coccyxalgia é um acomentimento não tão frequente, muito devido a falta de informação das pessoas que por muitas vezes passam meses e anos sofrendo deste mal, que por muitas vezes pode ser resolvido com poucos procedimentos de ajuste, resolvi escrever um pouco mais sobre o assunto, pois as dúvidas dos leitores deste blog bateram todos os recordes de questionamento. O coccyx é a estrutura final do eixo da coluna vertebral, normalmente poderá ocorrer dor nesta região comumente após quedas na posição sentada, "queda sobre as nádegas", isto poderá provocar deslocamento anterior ou mesmo laterais do coccyx, causando desconforto doloroso,pirnciplamente porque afeta a tensão dos ligamento sacrococcígeo, como o ligamento sacro-tuberal fig .1 ;e sacro-espinhal, fig. 2 ; e também irão causar aumento da tensão da duramater, portanto segundo aulguns autores Marc Heller, DC, em seu artigo THE COCCYX, muitas dores na região lombar, como por hernia de disco teria segundo o autor uma melhora substancial dos sintomas discais devido a diminuição da tensão da dura mater, se obviamente a lombalgia e ou ciática estiver também relacionada com o coccyx. "Liberar o cóccix pode fazer uma profunda diferença na tensão da dura-máter, afetando dor discogênica ou outros padrões de tensão crônica espinhal".

fig. 1 fig.2















Como podemos avaliar o cóccix?
. Precisamos chegar à ponta do cóccix. O melhor método que eu sei é que o paciente sentado, com o Fisioterapêuta se posicionando por trás e para o lado. O paciente deve estar com vestimenta adequada onde previamente você ja deve ter explicado.
Procedimento:
Calçando uma luva , com o paciente sentado inclinando para a frente, com a mão sensitiva apoiadas em seus ombros .
Como ele ou ela se inclina para frente, deslize o dedo indicador ou médio pela fenda glútea até chegar à ponta anterior do cóccix, então, o paciente sente-se ereta lentamente, o que irá trazer a ponta do cóccix para baixo sobre seu dedo. Se a ponta inferior do cóccix, não entra com seu dedo , puxe gentilmente posterior e superior com o dedo para encontrar esta estrutura. Você perceberá que a maioria dos homens têm um cóccix, curto e grosso, enquanto a maioria das mulheres têm um longo cóccix que vai mais longe anterior. Às vezes, é difícil chegar à parte mais anterior do cóccix, com seu dedo. Note-se que o cóccix tem vários segmentos, mas tratá-lo como se fosse um único osso.
Existem duas formas de corrigir o Coccix, uma externamente e menos eficaz e uma internamente indiscutivelmente mais eficaz.

PROCEDIMENTO EXTERNO
Como é que vamos corrigir o cóccix? Alguns procedimentos de enfatizar a liberação a junção sacrococcígea com um ajuste posterior para a anterior, na esperança de que isso irá trazer o cóccix-se mais posterior.Segundo o Autor este procedimento é pouco eficaz, eu particularmente nunca tentei este procedimento.da mesma forma que o autor do artigo ambém prefiro puxar a ponta do cóccix mais posterior. Para fazer isso, eu tenho que chegar à frente do cóccix. Isto pode geralmente ser feito com o paciente na posição sentada, conforme descrito no método de palpação acima, ou em decúbito lateral em posição fetal, ou mesmo em decúbito ventral com um travesseiro no abdomem.O procedimento deverá ser repetido de 3 a 5 vezes.Após o procedimento é salutar retestar a avalização para perceber se houve melhora da sensibilidade local.

PROCEDIMENTO INTERNO
Como é que vamos executar a correção interna? paciente deitado e em ambos os lados ou ventral com uma almofada sob a barriga. Calçado com luva e muito lubrificante Para iniciar a entrada do reto, é preciso estar ciente de que existem dois esfíncteres anal. Peça ao paciente para contrair o ânus, e como ele ou ela faz, aplique uma leve pressão do esfíncter anal externo (EAS), em seguida, pedir ao paciente para relaxar. Repetir a contrair e relaxar várias para passar dois esfíncteres (a interna é mais suave e maior). Outra maneira de fazer isso é com o paciente deitado lado. Paciente em deúbito lateral que tem puxado as pernas para cima em uma posição fetal, em seguida, endireitando as pernas para a correção.

Segundo o Autor do artigo e comuto com a mesma opinião em que tivemos bom rsultado com esta técnica, orientamos que o paciente faça no máximo 3 ajustes, se estes forem bem executados provavelmente obterá uma melhora exepcional. Em nossa conduta também utilizamos outros proceimento fisioterapêuticos tais como o Micro ondas no local , seguido de Crioterapia e eletroestimulação com corrente interferencial.


fonte:

The Coccyx
The coccyx revised: External and internal exam Correction procedures
Livro: Moderna terapia Manual-G.Grievy.



terça-feira, julho 06, 2010

Entrevista : Dr. Pedro Beraldo-chapa nº 1


Encaminhamos algumas perguntas aos candidados da chapa número 1 e chapa número 2, sobre os rumos da profissão de Fisioterapia, nosso objetivo é mostrar o que pensam os candidados quanto aos nossos próximos desafios, em tempos que a velocidades das informações , politização e mais engajamentos dos profissionais se tornam necessários. Não podemos mais ser meros expectadores de ver as coisas acontecerem e não nos posicionarmos com aquilos que está nos incomodando, que é a falta de politização do profissional, união entre os colegas, subordinações a outros profissionais, e resolutividade na conduta profissional. Muito Obrigado ao Dr. Pedro Beraldo da chapa número 1 que gentilmente enviou as respostas, as quais coloco-as aqui a entrevista. Ficamos também aguardando as respostas da chapa número 2 e tão logo recebamos iremos postá-las aqui.

Chapa Nº1 – Valorização e Reconhecimento (precisamos ser valorizados pelo que fazemos e reconhecidos pelo que somos)

1-( FISIOSENA) Como o senhor avalia a profissão de Fisioterapeuta atualmente, na sua opinião quais os maiores desafios que serão enfrentados por estes profissionais na próxima década?

R:(DR.PEDRO) vejo o fisioterapeuta como um dos principais “personagens” na construção de um novo modelo de saúde, baseado principalmente na promoção da saúde e prevenção de agravos a saúde. Nossos principais desafios, serão duas linhas de ações:

uma primeira linha de ação, diz respeito a necessária transformação que deverá acontecer no “fazer profissional”, precisamos mudar este modelo baseado em infinitos atendimentos, aos quais alguém intitulou “sessões”. Deveremos partir para uma reformulação dos nossos procedimentos, que estabeleçam prognóstico, metas claras a serem cumpridas e inclusive, sabendo respeitar os nossos limites, de acordo com cada doença e ou condição de saúde;

uma segunda linha de ação, diz respeito ao necessário crescimento político-administrativo. Precisamos amadurecer politicamente nas diferentes esferas, a começar pela saúde municipal, evoluindo para as demais esferas, inclusive fora da esfera direta da saúde, como o exemplo da educação.

2-(FISIOSENA) Em sua opinião, como você vê a questão do Ato médico?

R.(DR. PEDRO) Vejo, ainda, com muita preocupação. Trata-se de uma categoria profissional que já conseguiu o que enumerei na questão anterior. Existem pontos de conflitos com os fazeres da medicina e que precisam ser esclarecidos, inclusive para os próprios fisioterapeutas. Devemos ser aliados, parceiros, sem subordinação. Precisamos continuar atentos e unidos as demais categorias profissionais da saúde, só assim não conseguirão aprovar os projetos, da maneira deformada que ainda se encontram!

3-(FISIOSENA)Os profissionais de uma forma geral encontram dificuldades financeiras , sobretudo aqueles que dependem de convênios, o senhor acredita que o Crefito possa ajudar de alguma forma a solucionar este problema de baixos valores pagos pelos convênios, ou o senhor acredita que isto não é atribuição do Crefito?

R.(DR. PEDRO) As prerrogativas do Crefito, alem de cuidar para o correto e ético exercício das profissões que representa, é de zelar pela exação da fisioterapia e da terapia ocupacional. Devemos ter convencimento que a solução não é fácil, trata-se de um “ranço” de 40 anos de existência. Acredito que estes problemas devam exigir ações de curto, médio e longo prazo, as quais só poderão ser implementadas pelo fortalecimento profissional, quer seja do corporativismo, quer seja da corporação.

Uma profissão mostra-se forte na medida da sua organização e o Crefito8 poderá contribuir muito para este propósito. Aliás, já iniciamos este processo, construímos nesta gestão, a estrutura administrativa necessária e iniciamos o desenvolvimento corporativo por meio das associações, alem de iniciarmos o resgate do sentimento corporativista, de cada um.

4- (FISIOSENA)O conselho atual realizou várias reuniões no sentido de orientar os profissinais sobre o RNHF, o senhor acredita que este possa ser realmente implantado? qual seria as medidas necessárias para viabilizar esta implantação do referencial? Ou o senhor acredita que esta não é uma atribuição do Conselho?

R.(DR. PEDRO) O referencial é um instrumento possível a contribuir para formulação da nossa união. Por si só, ele é mais um documento. Em tempo oportuno, será obrigação dos Crefitos fazer cumprir o estabelecido no Referencial, más só isto não basta!

Na parceria e fortalecimento com as Associações, Sociedades e inclusive o próprio Sindicato, deveremos “deflagar” ações coordenadas a sua adoção. Precisaremos que os profissionais estejam muito envolvidos para que dê certo.

Quando o referencial foi implantado pela primeira vez, por volta de 1998, carecia de uma Resolução normatizadora e agora, precisamos amadurecer a sua implantação.

5-(FISIOSENA)Houve um grande crescimento da profissão, numericamente falando , no final dos anos 1980 e anos1990, com uma queda na década seguinte , com inclusive fechamento de instituições de ensino de graduação de fisioterapia , a quê o senhor atribui esta queda? Houve um crescimento indiscriminado de instituições de ensino? Muitos profissionais no mercado de trabalho , gerando baixos salários?

R.(DR. PEDRO) Acredito que a pergunta tenha sido inteligentemente elaborada e por si só, se responde. O que aconteceu, realmente, foi uma combinação de todas as pontos levantados. Eu costumo afirmar, que nestes quarenta anos de existência de nossas profissões, crescemos muito cientificamente, más nos esquecemos de crescer política e administrativamente.

6-(FISIOSENA)O senhor acredita que o Crefito possa ajudar os profissionais a ampliar o leque de atuação profissional, como por exemplo, Perícia Trabalhista e afins? Perícia do Detram? e outras áreas de avaliação disfuncional músculo-esquelética e neurológica? perícia do INSS ( doneças músculo esqueléticas), Com fornecimento de Laudos de valor civil e jurídico?

R.(DR. PEDRO) Sim. Tanto acredito que demonstrei, concretamente, esta intenção ao formular a Resolução Crefito8, de Nº. 41/2009, a qual trata das competências dos fisioterapeutas em Perícia.

A implantação da CIF, no sistema de saúde, será uma grande oportunidade para o nosso crescimento, principalmente nas áreas de promoção e prevenção, inclusive tratamento e cura.

Nas Blitz(s) da saúde, que desenvolvemos nesta gestão, objetivamos estimular os profissionais a perceberem que a “fidelização” do cliente é muito importante. Precisamos ajudar a população a mudar a cultura da medicalização e da hospitalização da saúde. Estimular a troca de um vidro de remédio por um atendimento fisioterapêutico e terapêutico ocupacional pode ser uma saída. Agora, para que a população acredite em nossos “fazeres”, é preciso resolver os problemas das pessoas, com poucos atendimentos!

7- (FISIOSENA)Quais as suas considerações finais?

R.(DR. PEDRO) Agradeço a oportunidade de falar aos seus contatos. Prezados colegas, não existe solução fácil, simples e definitiva para nenhum problema. O que precisamos é amadurecer enquanto profissões.

Eu e minha equipe já demonstramos do que somos capazes. Somos representantes que respeitam nossas profissões.

Fiquem atentos e prestem muito a atenção, exerçam sua memória política e veja tudo o que foi feito nesta gestão (em apenas quatro anos).

Quando alguém te oferecer algo, gratuitamente ou uma solução fácil, desconfie, pois este é um ensinamento de pai e de mãe e eles nos querem muitíssimo bem.

Espero poder continuar servindo nossas profissões e a decisão será sua.

Um forte abraço. Pedro Cezar Beraldo (Chapa Nº1)

* Nota:

SÓ ACEITAREMOS COMENTÁRIOS SE HOUVER NOME COMPLETO, E-MAIL, PARA QUE O CANDIDATO POSSO TER A RÉPLICA."QUEREMOS AQUI SER IMPARCIAL E AGUARDAMOS O PRONUNCIAMENTO DOS DEMAIS CANDIDATOS, CHAPA 2 E CHAPA 3.


segunda-feira, junho 28, 2010

Eleições Crefito 8

Aos colegas Fisioterapêutas, vejam este vídeo do atual presidente do conselho Dr. Pedro Beraldo, candidato a reeleição na chapa nº 1 , que inteligentemente utiliza a mídia para comunicar-se com os colegas profissionais Fisioterapêutas. Traz de forma simples suas propostas para que os colegas profissionais possam exercer o seu voto. O vídeo contém 6 partes, então é só acompanhar clicando nestas. Espero que os outros candidatos também façam o mesmo.


sábado, junho 26, 2010

Manipulação cervical


Um recente estudo realizado pelo Fisioterapêuta, James Dunning, sobre os efeitos da manipulação da coluna cervical em 54 voluntários sadios. O estudo tinha como propósito verificar o efeito sobre o músculo bícepes braquial mensurado através de eletromiografia após a manipulação. Os dados encontrados sugerem que houve um aumento da atividade eletroneumiográfica após a manipulação, tanto no lado ipsilateral e lado contra lateral. Isto vem de encontro a um meu velho raciocínio de que muitas doenças periféricas como Dort ( Doença Ocupacional relacionada ao trabalho) poderia ter a sua gênese na fraquesa muscular, pois compressões mecânicas sub-clínicas a nível da coluna vertebral promeveria uma " certa" fraquesa muscular sub-máxima e que esta provocaria perda mecânicas importantes para atividades laborativas.O texto encontra-se na íntegra aqui.

sexta-feira, junho 04, 2010

Sacro-Ilíaca- Ajustes manuais, tratamento.


Modelo diferente de correção sacro-ilíaco

Por Marc Heller, DC -Resumo

Este artigo descreve o trabalho de Richard DonTigny, um fisioterapeuta do Havre, Mont.
DonTigny desenvolveu um programa para casa, um conjunto de exercícios básicos para repor sacroilíaca do paciente, bem como uma forma simplificada de mobilização para a articulação SI.O trabalho . "Quando fui apresentado a este trabalho, eu era bastante cética, parecia muito simples. Ainda não estou certo se biomecânica DonTigny estão corretas. Ele tende a ver quase toda a dor lombar, como resultado deste padrão de disfunção SI. O que eu sei é que seus procedimentos (tanto os que o praticante faz e os pacientes a fazer por si mesmos) são muito úteis para pacientes selecionados.


Ele verifica o aspecto medial do PSIS superior, o aspecto medial do ílio ao nível S3, e os PIIS. Quando um ou mais destes esta alterado , ele sente a SI está envolvido. Ele também observa comprimento da perna.* Nota: Ilíaco anterior a perna fica mais longa, Ilíaco posterior a perna fica mais curta.os exercícios a seguir são direcionados para perna mais longa.
*
DonTigny tem desenvolvido uma série de exercícios simples várias vezes ao dia, eles tendem a "segurar" ajuste muito melhor.

Exercícios sacroilíaco auto-correção

Quais são os exercícios básicos que repor a SI? O primeiro vai parecer familiar para aqueles que estão familiarizados com o relaxamento pós-isométrico ou técnica de energia muscular. Tenho reproduziu uma série de fotos, mostrando diferentes posições para se fazer o mesmo exercício básico. A rotina básica é a de que o paciente trazer a perna até o peito, segure o pé com ambos os braços, e empurre para fora com o pé contra a resistência. DonTigny recomenda empurrando para fora duramente cinco a 10 segundos, em seguida, alternando as pernas, fazendo de cada lado 3-5 vezes. Note que isso pode ser feito supino, sentado, de pé usando uma cadeira, ou em
uma porta.Fig 1


A imagem do segundo tipo de exercício é realizado em supino, com um joelho dobrado, empurrando o joelho diretamente ao longo da linha do fêmur. Quando você faz isso, a pélvis vai levantar desse lado, um pouco fora da superfície. Você pode começar um movimento um pouco melhor na pelve envolvendo um cinto ou alça longa ao redor do joelho, e empurrando o joelho para a correia (não retratado). Observe o torque plano sagital este está tentando produzir na pelve. Faça isso três vezes de cada lado, segurando por cinco a 10 segundos na parte superior. Eu acho que do lado envolvido, ele irá se sentir muito mais dura, e é mais difícil de levantar a pélvis livremente.fig 2


fig.2





O terceiro conjunto de imagens de exercícios de flexão do quadril envolve quanto você pode, simultaneamente, puxando-a para o lado do corpo. A segunda variação deste é feito usando uma cadeira ou banco .Alguns pacientes que apresentam protusão discal , especialmente aqueles sensíveis à flexão, deve-se ter cuidado , mantendo a coluna em posição neutra, ou evitar esses exercícios completamente.fig. 3







fig. 3




Sacroilíaca Mobilização Correção

O outro aspecto deste trabalho é a mobilização. Ela é feita bilateralmente. A idéia básica é trazer o ílio em flexão ( rotação posterior) e mobilizar o conjunto. Este procedimento deve corrigir a discrepância do comprimento da perna. DonTigny relata que a perna mais longa é devido à rotação anterior do ilíaco. Ele alterna as partes sobre o procedimento, e continua até que o comprimento da perna não mude mais.fig. 4

fig. 4








A imagem do primeiro procedimento é muito parecido com o primeiro conjunto de exercícios. Com o paciente deitado, traz uma de suas pernas, flexionada no joelho, em direção do peito. empurra a perna para estensão com a resistência manual . Não deixe que move o quadril mais de um centímetro ou dois. Mantenha a posição por cinco segundos. Mude para o outro lado e repita. Continue até que o comprimento da perna não muda mais, o que pode levar de três a cinco repetições de cada lado.

O segundo procedimento. Envolve distrair a perna dobrada. A foto mostra-o bem. Use o seu peso próprio corpo, deslocando lateralmente, bem como o fulcro de seus braços. Ela vai se sentir muito "preso" do lado do mais envolvidos, e você deve sentir o movimento melhorar a medida que faz o procedimento. Novamente, realizá-la três vezes em cada lado, alternando os lados, mantendo a tração por cerca de 10 segundos. "Esta mobilização de tração foi uma adição maravilhosa para minha caixa de ferramentas".fig.5





fig. 5




Reconheço que esta imagem é um modelo diferente do SI do que a maioria de nós usa. Eu recomendo que você leia os artigos DonTingny para uma compreensão mais profunda de seu ponto de vista da biomecânica e pathomechanics da articulação SI. Você pode usar seus indicadores usuais de comprimento da perna, a tensão da articulação SI, ea restrição do conjunto para determinar o que é "off" no início, utilizar estes procedimentos para corrigir e, em seguida verificar se esses procedimentos foram totalmente corrigidos seus indicadores. Mantenha a mente aberta - isto é, provavelmente, nada parecido com o que você costuma fazer para corrigir a articulação SI. Eu encontrei esses procedimentos bastante eficaz para pacientes selecionados. Estas técnicas parecem funcionar melhor para o paciente com uma rodada anterior ílio, encontrado geralmente no direito, quando o direito SI também está fixado.

Texto original aqui.
Tradução com auxílio do Google tradutor.

Fontes

1. O DonTigny Low Back Pain Management Program (um folheto paciente): www.kalindra.com / rounds.pdf.
2. RL DonTigny. Análise crítica da seqüência ea extensão do resultado da incapacidade patológica de auto-bandagem da articulação SI. Revista de Terapia Manual e manipuladora de 1999, 7:173-181. critical.pdf www.kalindra.com /.
3. sacroiliac.htm www.kalindra.com / (um local fascinante para artigos sacroilíacas).